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Sabias que ...

Um cubo tem 6 lados, 8 vértices e 8 arestas.

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\"Depois de ter caminhado durante muito tempo e de só ter encontrado areia, rochas e neve, o principezinho acabou por descobrir uma estrada. E as estradas vão dar aos homens.<\/span><\/p>\r\n

- Olá, bom dia! - disse ele.<\/span><\/p>\r\n

Era um jardim cheio de rosas.<\/span><\/p>\r\n

- Olá, bom dia! - disseram as rosas.<\/span><\/p>\r\n

O principezinho olhou para as rosas e viu que todas se pareciam com a flor dele.<\/span><\/p>\r\n

- Quem são vocês? - perguntou-lhes, estupefacto.<\/span><\/p>\r\n

- Somos rosas - disseram as rosas.<\/span><\/p>\r\n

- Ah! - exclamou o principezinho.<\/span><\/p>\r\n

E sentiu-se muito infeliz. A flor dele tinha-lhe contado que era a única da sua espécie no universo. E afinal ali tinha cinco mil, todas iguais, só num jardim.<\/span><\/p>\r\n

«Muto vexada ficava ela se visse isto...», pensou. «Nunca mais havia de parar de tossir e, para escapar ao ridículo, punha-se a fazer de conta que estava a morrer. E eu lá tinha de fazer de conta que travava dela porque, senão, era bem capaz de se deixar morrer mesmo a sério só para eu também ficar humilhado...»<\/span><\/p>\r\n

E depois ainda pensou: «Julgava-me muito importante por ter uma flor única no mundo e, afinal, tenho uma rosa vulgar. Com ela e com os meus três vulcões que mal me chegam ao joelho - um dos quais, se calhar, extinto para todo o sempre - sou, de facto, um rico príncipe...» E desatou a chorar, deitado na relva.\"<\/span><\/p>\r\n

 <\/p>\r\n

O Principezinho, Antoine de Saint-Exupéry, Editorial Presença<\/span><\/p>","respostas":[{"op":"0","val":"Verdadeiro"},{"op":"1","val":"Falso"}]},{"pergunta":"O jardim estava repleto de rosas, todas iguais \u00e0 flor dele.","texto":"

\"Depois de ter caminhado durante muito tempo e de só ter encontrado areia, rochas e neve, o principezinho acabou por descobrir uma estrada. E as estradas vão dar aos homens.<\/span><\/p>\r\n

- Olá, bom dia! - disse ele.<\/span><\/p>\r\n

Era um jardim cheio de rosas.<\/span><\/p>\r\n

- Olá, bom dia! - disseram as rosas.<\/span><\/p>\r\n

O principezinho olhou para as rosas e viu que todas se pareciam com a flor dele.<\/span><\/p>\r\n

- Quem são vocês? - perguntou-lhes, estupefacto.<\/span><\/p>\r\n

- Somos rosas - disseram as rosas.<\/span><\/p>\r\n

- Ah! - exclamou o principezinho.<\/span><\/p>\r\n

E sentiu-se muito infeliz. A flor dele tinha-lhe contado que era a única da sua espécie no universo. E afinal ali tinha cinco mil, todas iguais, só num jardim.<\/span><\/p>\r\n

«Muto vexada ficava ela se visse isto...», pensou. «Nunca mais havia de parar de tossir e, para escapar ao ridículo, punha-se a fazer de conta que estava a morrer. E eu lá tinha de fazer de conta que travava dela porque, senão, era bem capaz de se deixar morrer mesmo a sério só para eu também ficar humilhado...»<\/span><\/p>\r\n

E depois ainda pensou: «Julgava-me muito importante por ter uma flor única no mundo e, afinal, tenho uma rosa vulgar. Com ela e com os meus três vulcões que mal me chegam ao joelho - um dos quais, se calhar, extinto para todo o sempre - sou, de facto, um rico príncipe...» E desatou a chorar, deitado na relva.\"<\/span><\/p>\r\n

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O Principezinho, Antoine de Saint-Exupéry, Editorial Presença<\/span><\/p>","respostas":[{"op":"1","val":"Verdadeiro"},{"op":"0","val":"Falso"}]},{"pergunta":"Ao ver que a sua flor tinha tantas amigas da mesma esp\u00e9cie, o Principezinho sentiu-se feliz e aliviado.","texto":"

\"Depois de ter caminhado durante muito tempo e de só ter encontrado areia, rochas e neve, o principezinho acabou por descobrir uma estrada. E as estradas vão dar aos homens.<\/span><\/p>\r\n

- Olá, bom dia! - disse ele.<\/span><\/p>\r\n

Era um jardim cheio de rosas.<\/span><\/p>\r\n

- Olá, bom dia! - disseram as rosas.<\/span><\/p>\r\n

O principezinho olhou para as rosas e viu que todas se pareciam com a flor dele.<\/span><\/p>\r\n

- Quem são vocês? - perguntou-lhes, estupefacto.<\/span><\/p>\r\n

- Somos rosas - disseram as rosas.<\/span><\/p>\r\n

- Ah! - exclamou o principezinho.<\/span><\/p>\r\n

E sentiu-se muito infeliz. A flor dele tinha-lhe contado que era a única da sua espécie no universo. E afinal ali tinha cinco mil, todas iguais, só num jardim.<\/span><\/p>\r\n

«Muto vexada ficava ela se visse isto...», pensou. «Nunca mais havia de parar de tossir e, para escapar ao ridículo, punha-se a fazer de conta que estava a morrer. E eu lá tinha de fazer de conta que travava dela porque, senão, era bem capaz de se deixar morrer mesmo a sério só para eu também ficar humilhado...»<\/span><\/p>\r\n

E depois ainda pensou: «Julgava-me muito importante por ter uma flor única no mundo e, afinal, tenho uma rosa vulgar. Com ela e com os meus três vulcões que mal me chegam ao joelho - um dos quais, se calhar, extinto para todo o sempre - sou, de facto, um rico príncipe...» E desatou a chorar, deitado na relva.\"<\/span><\/p>\r\n

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O Principezinho, Antoine de Saint-Exupéry, Editorial Presença<\/span><\/p>","respostas":[{"op":"0","val":"Verdadeiro"},{"op":"1","val":"Falso"}]},{"pergunta":"O Principezinho pensou que a sua flor sentir-se-ia humilhada se visse aquelas rosas todas.","texto":"

\"Depois de ter caminhado durante muito tempo e de só ter encontrado areia, rochas e neve, o principezinho acabou por descobrir uma estrada. E as estradas vão dar aos homens.<\/span><\/p>\r\n

- Olá, bom dia! - disse ele.<\/span><\/p>\r\n

Era um jardim cheio de rosas.<\/span><\/p>\r\n

- Olá, bom dia! - disseram as rosas.<\/span><\/p>\r\n

O principezinho olhou para as rosas e viu que todas se pareciam com a flor dele.<\/span><\/p>\r\n

- Quem são vocês? - perguntou-lhes, estupefacto.<\/span><\/p>\r\n

- Somos rosas - disseram as rosas.<\/span><\/p>\r\n

- Ah! - exclamou o principezinho.<\/span><\/p>\r\n

E sentiu-se muito infeliz. A flor dele tinha-lhe contado que era a única da sua espécie no universo. E afinal ali tinha cinco mil, todas iguais, só num jardim.<\/span><\/p>\r\n

«Muto vexada ficava ela se visse isto...», pensou. «Nunca mais havia de parar de tossir e, para escapar ao ridículo, punha-se a fazer de conta que estava a morrer. E eu lá tinha de fazer de conta que travava dela porque, senão, era bem capaz de se deixar morrer mesmo a sério só para eu também ficar humilhado...»<\/span><\/p>\r\n

E depois ainda pensou: «Julgava-me muito importante por ter uma flor única no mundo e, afinal, tenho uma rosa vulgar. Com ela e com os meus três vulcões que mal me chegam ao joelho - um dos quais, se calhar, extinto para todo o sempre - sou, de facto, um rico príncipe...» E desatou a chorar, deitado na relva.\"<\/span><\/p>\r\n

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O Principezinho, Antoine de Saint-Exupéry, Editorial Presença<\/span><\/p>","respostas":[{"op":"1","val":"Verdadeiro"},{"op":"0","val":"Falso"}]},{"pergunta":"O Principezinho sentiu-se desolado, porque a sua rosa n\u00e3o estava consigo.","texto":"

\"Depois de ter caminhado durante muito tempo e de só ter encontrado areia, rochas e neve, o principezinho acabou por descobrir uma estrada. E as estradas vão dar aos homens.<\/span><\/p>\r\n

- Olá, bom dia! - disse ele.<\/span><\/p>\r\n

Era um jardim cheio de rosas.<\/span><\/p>\r\n

- Olá, bom dia! - disseram as rosas.<\/span><\/p>\r\n

O principezinho olhou para as rosas e viu que todas se pareciam com a flor dele.<\/span><\/p>\r\n

- Quem são vocês? - perguntou-lhes, estupefacto.<\/span><\/p>\r\n

- Somos rosas - disseram as rosas.<\/span><\/p>\r\n

- Ah! - exclamou o principezinho.<\/span><\/p>\r\n

E sentiu-se muito infeliz. A flor dele tinha-lhe contado que era a única da sua espécie no universo. E afinal ali tinha cinco mil, todas iguais, só num jardim.<\/span><\/p>\r\n

«Muto vexada ficava ela se visse isto...», pensou. «Nunca mais havia de parar de tossir e, para escapar ao ridículo, punha-se a fazer de conta que estava a morrer. E eu lá tinha de fazer de conta que travava dela porque, senão, era bem capaz de se deixar morrer mesmo a sério só para eu também ficar humilhado...»<\/span><\/p>\r\n

E depois ainda pensou: «Julgava-me muito importante por ter uma flor única no mundo e, afinal, tenho uma rosa vulgar. Com ela e com os meus três vulcões que mal me chegam ao joelho - um dos quais, se calhar, extinto para todo o sempre - sou, de facto, um rico príncipe...» E desatou a chorar, deitado na relva.\"<\/span><\/p>\r\n

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O Principezinho, Antoine de Saint-Exupéry, Editorial Presença<\/span><\/p>","respostas":[{"op":"0","val":"Verdadeiro"},{"op":"1","val":"Falso"}]}] [alvo] => {"dash":[1,10]} [keywords] => Português, 6 ano, Leitura e Escrita [poster] => Portugues_leituraescrita_6.png [destaque] => 0 [paid_type] => free [type_exercicio] => texto [ciclo] => [price] => 0 [position] => 0 [status] => 1 [created_on] => 2019-02-22 16:41:05 [updated_on] => [id_user] => 38639 ) ) [cats] => Array ( [0] => stdClass Object ( [id_cat] => 5 [slug_cat] => 6-ano [title_cat] => 6.º Ano [parent_cat] => 83 [keywords_cat] => 2-ciclo2 ) [1] => stdClass Object ( [id_cat] => 15 [slug_cat] => 1-ciclo [title_cat] => 1.º Ciclo [parent_cat] => 0 [keywords_cat] => ) [2] => stdClass Object ( [id_cat] => 36 [slug_cat] => exercicio [title_cat] => Praticar [parent_cat] => 19 [keywords_cat] => ) [3] => stdClass Object ( [id_cat] => 119 [slug_cat] => portugues-6 [title_cat] => Português-6 [parent_cat] => 88 [keywords_cat] => portugues-2ciclo ) [4] => stdClass Object ( [id_cat] => 135 [slug_cat] => le-2ciclo [title_cat] => Leitura e Escrita [parent_cat] => 92 [keywords_cat] => portugues-2ciclo ) ) [pathConcelho] => )

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